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É isso mesmo, leitora: o destino está nas suas mãos. Temos uma visão que nos coloca sempre como vítimas da nossa vida. Vítimas da genética ou, como dizem os psicólogos, da influência dos pais, da educação. Essas influências existem e até certo ponto são importantes, mas não são determinantes do nosso destino. Somos seres eternos. Viemos nos constituindo a partir de muitas experiências, trazendo bagagem e conhecimento. Na verdade, nós influenciamos nossa genética, nosso meio. Ou podemos ser influenciados, dependendo da maturidade de cada um. Uma pessoa menos experiente, por exemplo, se deixa influenciar mais. Ignorantes ou não, todos têm o poder. O que você não pode perder de vista é que não importa a vida que teve no passado. Todos temos o poder de decidir. A gente está sempre escolhendo. Agora mesmo, você está optando entre prestar atenção na minha coluna ou dar vazão aos pensamentos que passam pela sua cabeça. Precisamos entender, também, que 10% desse nosso controle está nas mãos do "eu" consciente. Os 90% restantes são controlados por outro centro que a gente conhece como alma, como si mesmo. Esse centro coordena a vida de todo o seu corpo - físico, mental, espiritual etc. Religiosamente, dizem que é o Deus interior. E a alma não controla somente o que está dentro da gente; ela rege tudo o que está ao seu redor. Está ligada ao cosmo. Por ser vasta, a alma tem poderes ilimitados e pode lhe dar tudo. No entanto, fomos educados ouvindo a história de a vida ser dura, conquistar o que se quer com muito esforço. Por educação ou por conceitos religiosos, tudo é difícil. Alma não, gente. Alma quer tudo de bom da maneira mais fácil. Preste atenção: hoje, o conceito do grande homem é uma fantasia e está atrapalhando o que a alma quer fazer por nós. Na verdade, o homem vive no inferno, cheio de medos e na paranóia do que pode acontecer. Os pensamentos ruins são incontáveis. Isso significa que ele não tem a menor confiança nos 90%. Coragem vem da alma. Vontade vem da alma. E a gente não a escuta! A natureza nos deu a alma para que possamos saber o que fazer. Ela nos orienta por dentro. O raciocínio é importante, mas não é tudo. Não é ele que dirige, que faz a sua vida funcionar. A alma procura outros meios para falar o que está certo. Você pensa que as pessoas à sua volta estão lá por acaso? É para você enxergar algumas coisas. Se, no momento, estiver passando por maus bocados, mais pra frente dará certo. Situações difíceis pelas quais a gente passa são lições da alma. Ela está tentando fazer com que mudemos algumas coisas para levar adiante e tomar novos passos. E como ficar do lado da alma? Como ouvi-la e atendê-la? O que fazer para a alma fazer o seu trabalho? Sendo você mesma. Confie no próprio taco, não faça tipo para agradar ninguém, não dê ouvidos aos outros, faça o que gosta. Quem está bem consigo, se realiza. Quando você se põe confiando, se dando, a abundância surge. O sucesso será apenas uma conseqüência...
Jesus disse: “Meu amor é mais forte”.
A luz do Amor dissipa as trevas da culpa, nos mantêm firmes. Faz com que aceitemos o Amor de Deus por nós, nos mostra nosso amor por nós mesmos e nos obriga a procurar o amor do próximo. Mesmo com medo da rejeição, dos olhares severos, da dureza do coração de alguns – faz com que jamais desistamos de procurar o Amor.
Não estamos sós. O mundo se transforma, e nós somos parte desta transformação. Os anjos nos guiam e nos protegem. Apesar de todas as injustiças, apesar de coisas que não merecemos acontecerem conosco, apesar de nos sentirmos incapazes de mudar o que está errado na gente e no mundo, o Amor ainda é mais forte, e nos ajudará a crescer. E só então seremos capazes de entender estrelas, anjos e milagres.
Divulgue-se! Valorize-se! E aprenda a enxergar tudo que existe na sua vida da maneira mais positiva possível Tenho certeza de que depois de ler esse texto maravilhoso, de Paulo Roberto Gaefke, você vai responder melhor à pergunta acima. Ele faz a gente refletir sobre a maneira como pensamos acerca de nós mesmos. Espero que você se inspire nele e, acima de tudo, consiga adotar uma postura positiva sobre a sua pessoa. Aí vai: “Peça a um publicitário para descrever um botão de camisa, e você ficará deslumbrada com tantas funcionalidades que ele vai encontrar. Vai até mudar o seu conceito sobre o ‘pobre’ botãozinho. Peça a uma pessoa apaixonada para descrever o ser amado, aquele indivíduo bem feiozinho que você conhece desde a infância, e vai até pensar que ela está falando de outro alguém. A pessoa apaixonada enche a descrição de delicadezas, doçura e gentilezas, transformando a fera em bela, em questão de instantes. Peça ao poeta para descrever o sol e a lua e você vai se encantar pelos poderes apaixonantes da lua e pela beleza do sol, que irradia seus raios como se fossem gotas do milagre divino na tarde quente, e convida as pessoas apaixonadas a viverem a vida com intensidade. Peça a um economista para falar da economia mundial e tome uma lição de números e mercados, bolsas e câmbios oscilantes, inflação e mercados emergentes. E se você não sair de perto dele, vai acreditar que logo teremos a maior crise da história, e que a China é o melhor lugar do mundo para se viver. Agora, peça a uma pessoa desanimada ou deprimida para falar da vida, do sol, da lua, dos botões, das rosas e do amor. Melhor pegar um banquinho e um lenço e se preparar para chorar. É só reclamação, frustração, dores, misérias e desconfianças. Além de sentir a energia contaminando você e lhe fazendo mal, você vai ficando sem forças. Isso porque os desanimados, reclamões e deprimidos têm o poder “vampiresco” de sugar energias do bem e transformá-las em medo. E esse medo paralisa as pessoas de tal forma que fica difícil até pensar. E você? Como é que descreve a sua vida? Quem é você para você mesma? Como seria um comercial da sua vida? Como venderia o produto “você”? Você tem custo acessível ou é daquelas figuras caras, que não têm tempo para perder com a tristeza e com o passado? Você tem mil e uma utilidades? Aliás, em que século você vive mesmo? Lembre-se de que os seus olhos refletem tudo o que vai na sua alma... E aquilo que vai na sua alma se reflete na qualidade de vida que você leva. É o seu trabalho que representa o seu talento. Ou não? Por isso, não tem outro jeito: seja a melhor divulgadora de você mesma. Valorize-se, esteja sempre pronta para dar o seu melhor, com seu melhor sorriso, sua melhor roupa, seu melhor sentimento, suas melhores intenções, sua gentileza sempre pronta para entrar em ação. Seja Omo, Brastemp, Lux Luxo. E se for chocolate, que seja logo Godiva, suíço e caro, porque gente especial como você não existe em nenhum mercado - tem que valer sempre mais. VALORIZE-SE! Não importa o que você faz, mas como você faz. Isso, sim, faz toda a diferença!”
O homem santo reuniu os seus amigos. “Estou velho”, disse ele.
“E sábio”, respondeu um dos amigos. “Sempre te vimos rezando durante todo este tempo. O que conversas com Deus?”
“No começo, eu tinha o entusiasmo da juventude. Pedia a Deus que me desse forças para mudar a humanidade. Aos poucos, percebi que isto era impossível. Então passei a pedir a Deus que me desse forças para mudar quem estava a minha volta”.
“Agora já estou velho, e minha oração é muito mais simples. Peço a Deus o que devia ter pedido desde o começo”.
“O que pedes?”, insistiu o amigo.
“Peço para que consiga mudar a mim mesmo”.
Todos atravessamos momentos na vida nos quais precisamos parar um pouco, respirar e tentar ordenar os pensamentos, a fim de recuperar o equilíbrio. Você tem vivido uma fase dessas? Que bom! Olhando bem, talvez descubra que, ao assumir problemas e responsabilidades que não são suas, transformou seu dia-a-dia em confusão; envolveu-se em situações delicadas. Agora, tenta encontrar soluções e não consegue - pudera: elas não dependem de você! Essa mania de grandeza, esse ego imenso que todos carregamos, nos impede de enxergar nossos limites.
Sentimo-nos constragidos de dizer 'não' por julgarmos a negativa como ofensa grave quando, na verdade, ela apenas significa recusar algo que não desejamos/podemos fazer. Claro: se alguém nos pede um favor e sentimos vontade/possibilidade de fazê-lo sem nos prejudicar, pode ser algo bom. Faz bem à nossa alma. Mas ajuda é coisa muito delicada, a ser praticada com inteligência para dar bom resultado. Afinal, muitas pessoas preferem pendurar-se nos outros, evitando, assim, assumir a responsabilidade pela própria vida.
Quando alguém com esse perfil se aproxima solicitando algo, nos sentimos incomodados e sem nenhuma vontade de atender. Então, sem coragem para usar de sinceridade – e essa seria a ajuda mais indicada! - tornamo-nos reticentes. Tentamos enrolar em prol de comprovar o quanto somos bondosos. Mesmo pretendendo não atender, prometemos ajudar. Resultado? Candidatamo-nos a futuras e inevitáveis cobranças.
Para agravar, em nosso país, é cultural a obrigação de ajudar os outros. Fica feio você recusar. Por esse motivo, há muita gente esperando tudo dos outros, colocando-se na posição de vítima, o que impede qualquer realização de progresso. Pois crer que os outros podem resolver todos os seus problemas é viver na ilusão. Para se defender da desilusão, você precisa enfrentar seu orgulho com coragem e dizer a verdade. Adote uma postura e fará com que a pessoa entenda que ela pode fazer a sua parte – e possui meios para isso!
Diga-lhe que basta olhar as pessoas que estão bem, que conquistaram uma vida melhor para descobrir que andaram com as próprias pernas para chegar onde estão. Conhecer nossos limites não é diminuir nossas reais qualidades, mas controlar nossas pretensões. Desejar ser mais e melhor do que é só aumenta o estresse. Assumir mais compromissos do que é capaz de realizar torna sua vida um inferno, impede que você cuide como se deve do que realmente é de sua responsabilidade.
Cuidar de você é sua principal missão. Por isso, analise suas atitudes. Não para se autocriticar, mas para reconhecer seus pontos fracos e, com paciência e especialmente bom senso, tentar reorganizar sua vida de maneira mais harmônica. O primeiro passo será desvencilhar-se de todos os compromissos que estão deixando você infeliz. Tenha coragem para assumir a sua verdade. Reconheça que exagerou e deixe que os outros cuidem da própria vida. Você pode até dar apoio moral, mas sem fazer a parte que cabe a eles no processo.
A partir disso, terá mais tempo livre. Para conhecer-se melhor, descobrir suas fontes de prazer para encontrar a alegria de viver – que sempre aparece quando você fica no presente, reconhecendo o que já tem de bom. Rodeie-se de coisas belas, mesmo singelas e simples. A alegria é tônico da alma. Reserve um tempo para ficar sem fazer nada, relaxando... Ou para dedicar-se a algo que gosta muito, acreditando estar tudo bem em sua vida e que forças positivas do universo cuidam das coisas que não dependem de você. Reaja, sua vida pode e deve ser muito melhor do que é!
O texto é de Thomas Merton, monge trapista:
“A vida espiritual se resume em amar. E o amor, é claro, significa mais que sentimento, mais que caridade, mais que proteção. O amor é a identificação completa com a pessoa amada – sem a intenção de fazer o bem ou ajudar”.
“Quando se tenta fazer o bem através do amor, é porque estamos vendo o próximo como um simples objeto, e estamos vendo a nós mesmos como pessoas generosas, culta, e sábias. Isto, muitas vezes, pode resultar numa atitude dura, dominante, brutal”.
“Amar é comungar com quem se ama. Ama teu próximo como a ti mesmo, com humildade, discrição, e reverência. Só assim é possível entrar no santuário do coração alheio”.
Já falamos sobre a importância do contato físico. Por meio dele é possível resgatar o aspecto humano do aconchego, tornando as pessoas mais vivas, presentes e resolvidas. Quero compartilhar um texto maravilhoso, de autor desconhecido, que enriquece tudo aquilo que trabalhamos juntos. Certamente a mensagem vai fazê-la repensar coisas simples, mas muito importantes na nossa vida. Vamos lá? “Já se comprovou que todos necessitamos de contato físico para nos sentirmos bem. E uma das formas mais importantes de contato físico é o abraço. Quando nos tocamos e nos abraçamos, levamos vida aos nossos sentidos e reafirmamos a confiança nos nossos próprios sentimentos. Algumas vezes NÃO encontramos as palavras adequadas para expressar o que sentimos. O abraço é a melhor maneira. Há vezes em que não nos atrevemos a dizer o que sentimos, seja por timidez ou porque os sentimentos nos avassalam. Nesses casos, pode-se contar com o idioma do abraço. Os abraços, além de nos fazerem sentir bem, podem ser empregados para aliviar a dor, a depressão e a ansiedade. Provocam alterações fisiológicas positivas em quem toca e em quem é tocado. Aumentam, sobretudo, a vontade de viver nos enfermos. É importante saber que os abraços são necessários para o nosso desenvolvimento, para nos mantermos sãos e para crescermos como pessoas. Vejamos outros benefícios: Proteção O sentir-se protegido é importante para todos, em especial para as crianças e os mais velhos, que freqüentemente dependem do amor daqueles que os rodeiam. Segurança Todos precisamos nos sentir seguros. Do contrário atuamos de forma ineficaz e nossas relações interpessoais declinam. Confiança A confiança nos faz avançar quando o medo se impõe ao desejo de participarmos com entusiasmo de desafios da vida. Força Ao transferirmos nossa energia com um abraço, nossas próprias forças aumentam. Saúde O contato físico e o abraço partilham uma energia vital, capaz de sanar ou aliviar enfermidades. Auto-valorização Com um abraço, podemos transmitir uma mensagem de reconhecimento do valor e da excelência de cada indivíduo. Um abraço tem poderes extraordinários: reportagem de uma revista americana de variedades, cujo título é O Abraço Salvador, relata episódio envolvendo duas gêmeas, cujos primeiros dias de vida foram passados em suas respectivas incubadoras – sendo que, para uma delas, não havia esperança de sobrevivência. A enfermeira-chefe da unidade, contra todas as regras existentes, juntou as duas na mesma incubadora. O que aconteceu foi espantoso e comovente. A bebê que se encontrava bem abraçou a irmãzinha moribunda, conseguindo, com o calor do corpo, o milagre de lhe regular a temperatura e o pulso. Isso permitiu estabilizar o ritmo cardíaco da outra. Depois desse testemunho importante, reflita comigo: Já abraçou alguém hoje? Um abraço faz e diz muito. Abrace o seu amigo, abrace os seus entes queridos, abrace as suas crianças, abrace o seu bicho de estimação. Abrace e, especialmente, desfrute esse calor!”